Empreendedorismo

Não existe empregoEditar

Por alguma razão, durante todos os anos de todos os cursos de cinema e de representação, não há um único professor que avise aos alunos que não há emprego no mundo da imagem em movimento.

Com excepção da televisão em directo, nenhum argumentista, nenhum realizador, nenhum director de fotografia, nenhum actor: ninguém entra às nove e sai às cinco.

Trabalho por projectoEditar

Seja na publicidade, seja até em séries de ficção na televisão, os profissionais trabalham por projecto.

Trabalho especulativoEditar

Mas para nós, do Grande Porto, temos de ser nós a fazer os nossos projectos, as nossas propostas, os nossos pilotos. E, depois, vendê-los aos distribuidores.

Artista empresárioEditar

Temos de deixar de ter medo de sermos capitalistas. Temos de deixar de esperar passivamente por subsídios públicos. Vamos começar por procurar fontes de capital, e vender (mas vender mesmo) os nossos produtos audiovisuais.

Comunidade-empresaEditar

A imagem em movimento é cara e requer muita gente para fazer o que quer que seja. Em vez de nos vermos individualmente como concorrência, vamos unirmo-nos como se fôssemos todos uma mesma empresa.